Aqui, cada página é um convite para explorar narrativas visuais que celebram corpos gordos, peludos e barbudos — protagonistas fortes, sensuais e complexos, jamais relegados ao papel de coadjuvantes ou estereótipos.
Minhas histórias são mais que entretenimento: são atos de empoderamento, afeto e resistência, criadas para emocionar, provocar e inspirar.
Ao final da descrição de cada obra, você encontrará o link para adquirir meu trabalho. Assim, além de garantir sua cópia, você apoia diretamente a criação de mais histórias que representam e celebram nossa diversidade.
Parte da coleção Imaginários em Quadrinhos da Editora Draco, Fury of Rage é uma releitura queer dos clássicos jogos de Beat’em Ups — como Double Dragon, Final Fight e Streets of Rage — gênero que sempre me fascinou.
Na trama, Barry Togard se une a seus companheiros Johnny Love e Jack Justice em uma jornada explosiva pelas ruas da cidade para resgatar seu noivo, Kyle, das garras implacáveis de Karl Osbourne, o chefão que a domina com punho de ferro.
Mergulhe nas aventuras da maior (e, segundo eles, a mais ousada) guilda do Reino de Aequalidas: os Berds! Nesta edição especial de 88 páginas, eles precisam impedir um golpe de estado contra a bondosa Rainha Alice, o mago cartomante Wally encarando um cliente insatisfeito, os novos membros da guilda enfrentando rivais no caótico Festival da Amizade e até um conto de amor improvável.
Além dos quadrinhos, o almanaque traz contos exclusivos e uma descrição completa do mundo, pronta para você adaptar e usar em suas próprias campanhas de RPG.
Com mais de 200 páginas e a participação de 50 autores, a coletânea Quadrinhos Queer celebra a produção LGBTQ+ nos quadrinhos. Organizada por Ellie Irineu, Gabriela Borges e Guilherme Smee, reúne artigos, entrevistas, contos e HQs feitos por pessoas que criam livremente, sem amarras a gêneros ou padrões.
Minha contribuição nasceu de um incômodo: vi um post onde um jovem beijava um homem mais velho e a legenda dizia “acho que ouvi o som de um iPhone caindo”. A ideia de que só com dinheiro pessoas mais velhas poderiam ser amadas me feriu. Sempre admirei relações com pessoas mais velhas — mas nunca pelo que poderiam oferecer em troca.
Assim surgiu “Velho demais?”, uma história que busca mostrar outra perspectiva: o afeto que nasce do encontro genuíno, sem interesses, apenas com desejo, carinho e respeito, mas com um plot twist bem divertido.
Uma verdadeira carta de amor a três paixões: desenho, RPG e ursos.
Esta edição especial de luxo reúne mais de 160 páginas com toda a primeira temporada da webcomic Bear Fantasy. Ambientada no mesmo universo de Contos de Berds, a obra mostra um lado mais sensual e intimista desse mundo fantástico, reforçando o protagonismo e a beleza do corpo gordo em narrativas cheias de afeto, desejo e aventura.
Séculos antes da criação do Arquipélago de Berakuma, havia o Velho Continente, habitado por reinos e impérios poderosos.
É neste mundo misterioso que se passa o conflito explorado nesta edição, onde conhecemos o Rei, que usará de lições pouco ortodoxas para ensinar a um prisioneiro de guerra as verdades sobre guerra, religião, fé e prazer.
Esta é uma série de quadrinhos urbanos sensuais voltada para o público bara. A obra celebra corpos diversos e valoriza os afetos entre ursos — homens grandes, fortes e peludos — em narrativas que transitam entre desejo, ternura e paixão no cenário vibrante das cidades.
Mais que erotismo, Barakuma é sobre representatividade: histórias que abraçam a cultura queer com carinho e respeito, mostrando que cada corpo pode ser protagonista de romance, intensidade e prazer.
No universo vibrante e K7punk de URSAL RPG, esta edição especial expande a saga com quadrinhos inéditos, fichas exclusivas e novos inimigos. Novas ameaças emergem: de um caçador aposentado que retorna à ativa até a criação dos temíveis H.U.N.T.E.R.s, armas estadunidenses forjadas para o combate ao “terrorismo”.
Em meio ao caos, Mack, líder dos Ursoldados, tenta se adaptar ao seu novo Mishabot… e descobrir mais desse novo mundo.
Eu presto uma homenagem moderna e ousada à tradição dos catecismos de Carlos Zéfiro — os quadrinhos eróticos clandestinos que alimentaram o imaginário brasileiro entre os anos 1950 e 1970.
Este fanzine suado e deliciosamente nostálgico resgata a estética pulp da marginalidade erótica, agora reinventada com corpos peludos, desejos queer e fetiches ursinos.
Mais do que erotismo, Pocket Porn é um quadrinho que respira prazer: nas curvas dos personagens, no traço artesanal em preto e branco e na tensão entre o explícito e o sugerido.
Cada página é um sussurro visual — uma carícia para quem vive, deseja e sente fora dos moldes normativos. Pornografia com alma, pelo e poesia.